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e…

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sOBRE nós


(((verbos que nos ligam)))

reflectir, experimentar, criar, metamorfosear

sOBRE nós


(((verbos que nos ligam)))

reflectir, experimentar, criar, metamorfosear

 

Soraia Simões de Andrade

(n.1976, Coimbra) escritora e investigadora independente, não atreita a cliques.

Além de ensaios dispersos por volumes colectivos e revistas, publicou os livros Metrónomo sem Função (ORO), (S)em Terra (ORO), Saliva (Mariposa Azual); Mulher de Algas e Outra Míngua (AH!)

Publicou também RAPublicar. A micro-história que fez História numa Lisboa adiada e Fixar o (in) visível. Os primeiros passos do RAP em Portugal (Editora Caleidoscópio).

Co-dirige o colectivo associação Mural Sonoro fundado em 2014 com o objectivo de criar as suas propostas ou co-criar sem jugo de entidades cujas premissas não corrobore. Escreve, organiza, revê, com Fernando Ramalho na colecção digital de Cadernos AH! da associação Mural Sonoro.

Mestre e PhD em História Contemporânea; pós-graduada em Estudos de Música Popular (etnomusicologia) pela FCSH NOVA; a finalizar uma tese de doutoramento (bolseira FCT) entre textos, música, História das Ideias e Filosofia.

Foi distinguida com o Megafone - João Aguardela Música para Uma Nova Tradição SPA em 2014 e investigadora integrada, a convite da direcção, no Instituto de História Contemporânea de 2015 a 2020. Optou por se desvincular para se dedicar a este colectivo.

Escreveu e realizou o documentário A Guitarra de Coimbra para a RTP2; escreveu e foi co-performer em Acúleo (CD edição AH!). Colaborou com o Museu da Música de 2012 a 2016; o doutoramento Materialidades da Literatura/FLUC (Variações sobre António); e o musicólogo Bruno Madureira no encontro internacional Bandas e Músicas para Sopros (Antena 2, IHC, UC); fez trabalhos de revisão de texto para a Editora Caleidoscópio, a revista de Musicologia espanhola Estudios Bandísticos, outros. Dirigiu a Revista Mural Sonoro (Editora Caleidoscópio).

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@deoignota blogue

Elagabal Aurelius Keiser

(n.1972, Lisboa), pintor e escultor, investigador independente em teoria da arte contemporânea. Mestre em Escultura, PhD em Estética.

Publicou o livro de desenhos Mistérios da Castração de Urano (Douda Correria).

Integra o colectivo associação Mural Sonoro, em publicações concretizadas e no prelo.

Tem aguarelas nos livros em edição de autor do poeta António Barahona da Fonseca, fez desenhos no livro Caim/Lilith de Sandra Andrade. Iniciou um diálogo proveitoso com Soraia Simões de Andrade que manifesta, entre outros, nos desenhos para os livros da colecção ثريا (AH!).

Investiga a relação da performance com a especulação da Morte da Arte”. As suas actividades versam escrita, filosofia, comentário público e performance, tendo-se envolvido em debates políticos e culturais onde procura afirmar o ponto de vista do polemista e do criador. Trabalhou sempre entre disciplinas e desenvolveu a sua asserção anartística e filosófica motivado pela transmutação da “Arte” em “Teoria”. É um dos co-criadores do projecto anartístico BELA TV juntamente com Mariana Tengner Barros, António Mv e Rogério Nuno Costa. Desenvolveu performances e exposições em Berlim, onde reside, e onde integra o colectivo de artistas do Bestarium.

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@mistériosdacastraçãodeurano

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Alexandre Nobre

(n. 1964, Lubango, Angola), fotógrafo e documentarista.

Foi fotógrafo na Mural Sonoro em projectos realizados no Museu da Música, no arquivo de história oral e no projecto RAPortugal 1986 - 1999 (DGArtes 2015)

Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade Belas Artes da Universidade de Lisboa com pós-graduação em Direcção de Fotografia pela Royal College of Arts London.

Trabalha desde 1989 como fotógrafo independente nas áreas do Teatro, da Música e do Audiovisual. Fotógrafo de A Naifa - Uma Inocente Inclinação Para O Mal.

Integra o FIAR em Palmela e realizou o documentário Dipanda’75.

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Mariana Sevila

(n.1998, Aveiro) actriz e performer. Formada em Teatro, ramo de actores, na Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC). Formada em Interpretação na Academia Contemporânea do Espectáculo (ACE), distinguida dois anos consecutivos nos ACE - Escola de Artes. Entre 2016 e 2018 desenvolveu vários espectáculos de Teatro de Rua e Performance no âmbito da programação do Porto. [ponto], com curadoria de Paulina Almeida. Estreou-se na vertente de vídeoarte (2017 - 2019), com Plastic Organic e Water.sync realizados por Alêx Côte. Participou nas performances MOTH e MURA da Grotest Maru sediada em Berlim.

Criadora e intérprete de Palermo apresentado no Fringe Festival Edimburgo; ENTRE TANTO (como bolseira de criação 20 MINUTOS, Programa Paralelo do Teatro Municipal do Porto); Cardápio e SADO - Uma Cerimónia de Vida (peça seleccionada na Mostra Nacional de Jovens Criadores e integrada no AGITlab, com participações no Hà Fest! - Amarante, Lamb - Land Art Moving Biennal e Festival dos Canais).

Co-criou o podcast CineTónico, rubrica sobre filmes.

Tem trabalhado com artistas e pensadores de diferentes disciplinas; destaca: António Júlio (encenador), Joana Providência (coreógrafa), Paulo Calatré (encenador), Margarida Branco (programadora), Álvaro Correia (encenador e actor), Peter Michael Dietz (coreógrafo), Yael Karavan (coreógrafa), Soraia Simões de Andrade (escritora e investigadora), Paulo Morais (historiador de arte e programador).

Colabora com o colectivo associação Mural Sonoro desde 2020.

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@sado_marianasevilamatos

Fernando Ramalho

(n.1975, Lisboa) é livreiro e tradutor (inglês, espanhol). Os seus trabalhos têm circulado por vários domínios musicais, sonoros e literários, da exploração do drone ao trabalho com field recordings ou à livre improvisação. Meta-Sonorização: em Diálogo com Ana Hatherly (2017), Oito Madrigais e uma Natureza Morta (2018) e Abro-vos a Casa numa interrogação (2020) dialogam com a poesia de Ana Hatherly, Inês Lourenço e Maria Gabriela Llansol.

Tem vindo a trabalhar na performance Tocata Contrassexual, a partir dos escritos de Paul B. Preciado. A mais recente edição é Black Friday Blues (2020).

Responsável pela comunicação (envio da newsletter) d@ Mural Sonoro. Co-criou a colecção digital Cadernos AH! da associação Mural Sonoro onde co-organiza, traduz, escreve.

Além de ensaios dispersos por plataformas e volumes colectivos, publicou os livros A Palha dos Dias, Relatório de Cinzas ou a Falência da Social-Democracia e Linha Vermelha/Linha Negra (edições de autor), organizou e traduziu O Futuro é o Mal de Heiner Müller (Língua Morta).

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@fernandoramalhonosoundcloud

@mimosparaumaautopsiadofuturo

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Helena Silva

(n.1956, Lisboa), fotógrafa independente nas artes desde os anos oitenta e tradutora e intérprete (alemão, francês, inglês) em diversas propostas Mural Sonoro como as que se realizaram no Museu da Música e em entrevistas.

Fez o Curso Superior de Tradutores e Intérpretes, pelo Instituto Superior de Línguas e Administração (I.S.L.A), o Curso de Diaporama no AR.CO, o Curso de Interpretação Simultânea nas Línguas Alemã e Francesa, Curso de Língua Alemã com frequência do nível Oberstufe, e de especialização em Tradução Alemão – Português no Goethe Institut de Lisboa.

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marta domingos

Marta Domingos

Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, com especialização em português e italiano; pós-graduada em Gestão de Bibliotecas Escolares; professora na Metropolitana e professora de português há mais de vinte anos, melómana e leitora. Integra, com Soraia Simões de Andrade e Amélia Muge, a direcção da AMS.

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Paula Vale Marques

(n.1977, Coimbra), licenciada em Serviço Social, foi, no fim da formação, responsável por uma página web de aconselhamento. Trabalhou na AAC num projecto para alunos, passou por algumas livrarias, apoio à produção artística, o Coimbra Cartaz Cultural e co-criou o Mapas CCC com a arquitecta, desenhadora, Ana Fróis. Foi responsável pela Agenda da revista de Coimbra Coolectiva e integra os corpos sociais da associação Mural Sonoro.

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@mapasccc

Paulo Lourenço.

PAULO LOURENÇO

(n.1984, Portimão), músico e engenheiro de som.

Estudou Music & Technology em Cardiff (UK) de 2005 a 2009. Formado em Música para Crianças (Meloteca). Trabalhou na rádio Cardiff (produtor de rádio, edição, pós- produção áudio e composição musical) e como Técnico de Som ao vivo para diversos grupos musicais como Fredrick Stanley Star (UK), Serpentine (UK), Beatriz Pessoa (PT), Pás de Problème (PT), They Must Be Crazy (PT), entre outros. Quando voltou de Inglaterra fundou grupos como Os Compotas e Criatura onde é baixista e co-autor.

Fazem parte da sua trajectória a produção discográfica de distintos grupos musicais: Criatura, Beto Kalulu, Los Negros, Pás de Probleme, Cows Caos, Royal Bermuda ou Diabo na Cruz são alguns deles.

Colabora com Soraia Simões de Andrade desde 2008 e com o colectivo associação Mural Sonoro desde a sua fundação, quer como designer de som quer como sonoplasta, em diversas propostas desenvolvidas.

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@Criatura

@ardeestudio. Contacto directo